Inteligência artificial e gestão fiscal

Inteligência artificial e gestão fiscal: como unir esses dois mundos?

Você sabe o que é inteligência artificial e gestão fiscal? Esses são, de fato, conceitos distintos, por isso, em uma análise inicial parecem totalmente distantes. No entanto, eles se aproximam bastante no contexto das novas tecnologias. Logo, é importante conhecê-los e entender sua relação para garantir melhorias na produtividade do seu negócio.

Ao unir as duas ideias, é possível obter novos conhecimentos por meio do cruzamento de dados, os quais serão utilizados pelos gestores em prol do empreendimento. Além disso, falhas humanas são reduzidas e problemas são identificados e corrigidos rapidamente.

Neste post, abordaremos sobre inteligência artificial e gestão fiscal e explicaremos melhor os principais benefícios de juntar os dois conceitos. Boa leitura!

O que é a inteligência artificial?

Em resumo, a inteligência artificial pode ser definida como a capacidade de as máquinas pensarem como seres humanos. Desse modo, elas podem aprender, perceber e decidir sobre quais são os caminhos a serem seguidos, de maneira racional, diante de situações específicas.

As tecnologias relacionadas à inteligência artificial baseiam-se em três pilares: big data (o uso frequente de grandes quantidades de dados para ajudar as empresas a tomarem as melhores decisões), computação em nuvem e bons modelos de dados.

Quais são as principais aplicações da inteligência artificial?

As ferramentas que se relacionam com a inteligência artificial apresentam diversas aplicações. Entre elas, estão o atendimento ao cliente, a análise de dados e o deep learning. Abordaremos sobre esses aspectos na sequência. Confira!

Atendimento ao cliente

A primeira aplicação das ferramentas associadas ao contexto da inteligência artificial faz referência às melhorias dos procedimentos relacionados ao atendimento ao cliente. Isso acontece porque essas tecnologias contam com dados que proporcionam o conhecimento detalhado das características do público que se interessa por um negócio.

Dessa forma, é possível utilizar-se de tais informações com a intenção de estabelecer um diálogo direcionado nas redes sociais, nos eventos off-line (palestras, seminários etc.) e na divulgação de promoções. Em todas essas ocasiões, a comunicação será ajustada de forma a atender aos interesses do público que procura por um produto ou serviço, contribuindo para o aumento do número de vendas.

Além disso, vale ressaltar que o conhecimento desses dados também ajuda a otimizar o atendimento ao cliente, pois as empresas conhecem bem as dores, as necessidades, os interesses e os anseios das pessoas. Logo, podem direcionar a abordagem e construir o relacionamento de acordo com esses aspectos.

Análise de dados

Outra aplicação relevante da inteligência artificial faz referência à análise de dados, possibilitada por meio das técnicas de Business Intelligence (BI) ou Inteligência de Negócios. Elas são responsáveis por reunir, organizar e monitorar informações. Além disso, as ferramentas também analisam ações ocorridas anteriormente, identificam novas oportunidades e oferecem condições para implementar estratégias.

Esse procedimento analítico é bastante semelhante ao que acontece com o nosso cérebro, pois vamos recebendo e processando as informações, aos poucos, com a intenção de adquirir novos aprendizados.

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Deep learning

Essa prática faz referência às redes neurais, ou seja, sistemas que necessitam de milhares de dados para serem utilizados de forma a executar satisfatoriamente as tarefas complexas no processo de análise e na tomada de decisões por parte das empresas.

O que é a gestão fiscal?

A gestão fiscal está relacionada às decisões tomadas pelas companhias com base nas exigências previstas na legislação tributária. Dessa forma, esse departamento é responsável pelo cumprimento das obrigações (pagamento de tributos, escrituração fiscal, entre outras) perante o fisco nos âmbitos municipal, estadual ou federal.

No entanto, antes de todos os procedimentos ocorrerem na prática, a administração fiscal precisa estar atenta em relação a qual é o melhor regime tributário (Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional). Outra função do departamento é fazer o uso dos benefícios fiscais e saber a melhor forma de aproveitar os créditos fiscais com a intenção de reduzir o impacto dos tributos sobre os lucros.

Dessa maneira, podemos dizer que a gestão fiscal atua de forma preventiva. Isso porque ela ajuda a evitar autuações fiscais, busca assegurar que as empresas estejam cumprindo as obrigações tributárias e oportuniza maneiras mais eficientes de garantir melhor saúde financeira para as organizações.

Quais são os principais benefícios da inteligência artificial e gestão fiscal?

Falamos, no decorrer deste post, que os conceitos de inteligência artificial e gestão fiscal estão relacionados. Nesse contexto, as empresas que aliam as duas práticas podem desfrutar de vários benefícios. Destacaremos sobre os principais a seguir. Entenda!

Cruzar dados

O primeiro ponto positivo de fazer a união entre os dois conceitos refere-se à possibilidade de os gestores obterem novos conhecimentos. Afinal de contas, as ferramentas permitem que os dados sejam cruzados, e isso facilita a tomada de decisões por parte das companhias.

Se aplicarmos esse conhecimento no departamento fiscal, a realidade não muda. Isso porque é possível cruzar os dados da legislação tributária com os produtos ou serviços desenvolvidos na empresa.

Dessa forma, podemos identificar, por exemplo, problemas nas apurações dos tributos, créditos disponíveis, maneiras de evitar a ocorrência de fatos geradores (o que ajuda a evitar o pagamento de impostos), entre outras oportunidades.

Reduzir erros humanos

Vale destacar que, na maioria das vezes, os procedimentos necessários para a apuração e o pagamento de impostos costumam ser repetitivos. Entre eles, estão o preenchimento de cadastros, a emissão de notas fiscais e a conferência de cálculos. A inteligência artificial é capaz de realizar essas tarefas de forma ágil, mantendo a qualidade das operações e, consequentemente, reduzindo o número de erros.

Identificação de problemas

Os problemas são identificados por meio da análise de estatísticas. Tais levantamentos fornecem condições de entender profundamente o comportamento tributário da empresa e, dessa forma, detectar situações fora do comum. Se o valor de um tributo, por exemplo, for apurado de maneira incompatível com o histórico, o gestor pode ser alertado e verificar se houve algum equívoco.

Agora, sim, você sabe porque inteligência artificial e gestão fiscal são conceitos diretamente relacionados, embora pareçam distantes. Como vimos ao longo deste post, as novas ferramentas possibilitam a redução de erros, o cruzamento de dados e a identificação de problemas. Essa realidade também aplica-se ao departamento tributário das empresas e, sem dúvida, faz toda a diferença na gestão de um negócio.

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